30 de setembro de 2009

Novos criadores



Até o dia 04.10 o Minas Shopping apresenta a 9ª edição do Minas lança novos criadores cuja temática permeia a simplicidade.
Dentre 28 coleções de novos estilistas foram selecionadas 10 e pra minha alegria tenho 01 amigo [alex] na TenBEST.
O concurso é organizado pela consultora de moda Zoka Vassalo Costa e conta com um júri representativo na área de criação e design de moda.
Ah siM!
O público do shopping pode votar na coleção preferida e o resultado promoverá o título de menção honrosa ao mais votado.
E o júri profissional é para selecionar o top de 2009 que ganhará um prêmio em dinheiro, e é claro, o reconhecimento e os olhares do mercado.
É uma grande oportunidade para quem está começando a deslanchar sua possível marca e para se jogar nas passarelas desse mundo de meu Deus.
Vamos lá aos criadores e criaturas:

Alex D'Paula - Moda: minha permanente busca de afeto
André Miamoto - Simple life
Ane de Oliveira e Gislaine Matos - Simplificada
Carolina Fangundes - Renascer
Cynthia Araújo - Sutil-mente
Daniel Escobar e Aderlize Martins - Simples e Composto
Elizabeth Braga - Fábulas
Juliana Neumann - Fugere Urben
Polly Pereira - A simplicidade do existir
Ronaldo Adriano Souza - Figura rasgada

Looks masculinos - coleção Moda: minha permanente busca de afeto - Alex D'Paula

Apareça por lá e vote!!!
Mas antes tire uma cópia do seu cupom de votação devidamente preenchido.
Daqui uns 10 anos ele poderá valer uma roupa caríssima!

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Minas lança novos criadores - 9ª edição
de 28 de setembro a 04 de outubro de 2009
horário de visitação: de 10h às 22h
Minas Shopping - Belo Horizonte
www.minasshopping.com.br

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26 de setembro de 2009

Mulheres Reais


Em 08 de Março de 1808 Dom João VI aporta no Rio de Janeiro e decide no Brasil ficar pelos próximos 13 anos.


O Rio perde então a condição de mera vila colonial para se tornar a capital do Estado do Brasil e moradia da Família Real Portuguesa e sua Corte (15 mil pessoas inicialmente).


Agora imagina, tanto para quem chega quanto pra quem já está, o impacto dessa façanha?


Pensando nisso a Campo das Vertentes traz a

Belo Horizonte a exposição Mulheres Reais – modas + modos no Rio de Dom João VI.


A exposição foi concebida especialmente para a ocasião de comemoração dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Rio, e apresentada em 2008 na Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro.


As curadoras da exposição Cláudia Fares e Helena Duncan recortaram este momento histórico e apresentam um acervo que proporciona uma leitura sócio-cultural pelo viés da moda e uma percepção do universo feminino da época: as mulheres de fino trato da Família Real e da Corte Portuguesa, as mulheres brancas-coloniais e as negras-africanas.











1-Ópera da Corte - D. Carlota Joaquina: a roupa que fala e grita.

2-Ópera da Corte - D. Leopoldina: a roupa que fala e escreve.




Na exposição haverá trajes confeccionados a partir de registros de imagens da época, trajes contemporâneos à realeza portuguesa vindos do Museu do Traje de Portugal, e jóias africanas vindas do Museu Costa Pinto de Salvador.


Haverá também trajes criados por estilistas mineiros como Ronaldo Fraga, Renato Loureiro, Victor Dzenk, Graça Ottoni, dentre outros – são 13 estilistas.


Ainda, duas atrizes (uma branca e uma negra) ficarão durante todo o período de visitação dentro da galeria representando momentos daquele tempo, vestidas com trajes característicos.


A exposição será apresentada na Galeria Alberto da Veiga Guignard, no Palácio das Artes, de 09 de Outubro a 22 de Novembro e contará com educadores para visitas de turmas previamente agendadas.

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Mulheres Reais - modas + modos no Rio de Dom João VI

Galeria Alberto da Veiga Guignard - Palácio das Artes

09 de Outubro a 22 de Novembro de 2009

Horários de visitação:

2ª, de 18h às 21h, 3ª a sáb, de 09h30 às 21h, dom, de 16h às 21h.

Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro - BH/MG

Informações: (31) 3236 7400 / www.fcs.mg.gov.br

Visitas educativas: (31) 3236 7322 / extensao@fcs.mg.gov.br

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27 de agosto de 2009

Aos 80



80 na cronologia humana é uma fase onde tudo volta ao começo. À toa não é quando se diz que idoso o homem volta a ser criança: as manhas, as manias...
Minha terapeuta me disse certo dia que eu pareço um homem de 80 anos às vezes: com preocupações dignas de um velho.
80 anos é como me sinto agora, no saudosismo, na lembrança dos meus anos 80 [embalado por Beth Balanço], lembrando do Rock in Rio quando Cazuza estendeu a bandeira do Brasil nas costas, com sua legging vermelha e cantando "Brasil, mostra a tua cara".
Nasci nos anos 80, e penso que o desejo de liberdade que me é intríseco provém da energia universal que povoava o ar naquele momento: um tempo pós-ditadura e pré-impeatchment.
A década do permanente, do jeans destroyed, do mullet, das ombreiras, das cores cítricas, de Madonna, Michael e Cindy, We are the world...
Como sempre, sinto falta de quando abria a janela do meu quarto em dia de chuva e me deparava com o verde do jardim à frente.
Era uma época em que em mim tudo era mais puro, mais suave, mais iluminado.
Salve os 80's!

24 de julho de 2009

Tarde Azul



Galerê do meu Brasil Varonil!

Dia 09.08 às 15h um agito imperdível no Parque Municipal de BH!

Dentro da Manifestação Internacional de Performance, evento que acontece desde 20 de Julho e irá até o dia 09 de Agosto, acontecerá a performance Tarde Azul no Parque Municipal onde a galera comparecerá em massa para compor esta ação coletiva.

A proposta é uma nova leitura a partir da Tarde Azul que aconteceu no ano de 1927, no Parque Municipal de Belo Horizonte, quando a sociedade Belorizontina atendeu ao convite do então Presidente do Estado de Minas Gerais, Antônio Carlos , para que as moças comparecessem ao local vestidas de azul para celebrar a chegada da Primavera.

Com a ilustre participação da Banda Carlos Gomes, orquestra musical que se apresentou no ano de 1897 na abertura do Parque Municipal Américo Renné Giannetti, a tarde do 09.08 aguarda VOCÊ com seus malabares, pernas de pau, chapéus, perucas, vestidos, galochas, camisetas, macacões, suspensórios, sobretudos, pirulitos, fitas de cetim, balões, bicicletas, flores, luvas, óculos escuros, nas suas variadas tonalidades de azul, seja celeste, turquesa, marinho, ceruleo, cobalto ou caribe.

Leia um livro, faça um passeio, apronte um piquenique, transite de bicicleta, namore, converse, sorria!

Vista o azul que lhe cabe!!!

Faça parte deste momento e componha esta ação coletiva espontânea!


Tarde Azul
Dia 09 de Agosto de 2009, 15h
Parque Municipal Américo Renné Giannetti [concentração no Coreto do Parque]
Avenida Afonso Pena - Centro - Belo Horizonte / MG
ENTRADA FRANCA
Realização:
Donceveo Performance [dentro do MIP2]
http://donceveo.blogspot.com

6 de outubro de 2008

[ ] e tal...

Existem momentos na vida em que a gente se põe à prova, se propõe o novo e se arrisca no imensurável.
Falar da arte, do processo criativo do outro é mais confortável que falar do seu. Apresentar algo, discursar uma pergunta, uma idéia, uma proposta, algo que você questiona, defende, acredita, incomoda, é um tanto quanto arriscado visto a gama de situações e opiniões a respeito do seu trabalho: consequentemente de você.
Nos últimos dias nos rodeia (a mim e outros alguns) a palavra ego. Posteriormente falarei sobre o ego e suas derivações.
É comumente usado pela maioria que artista tem o ego elevado. Sendo o ego de origem latina que significa eu isso quer dizer então que artistas têm o eu elevado. Mas quem disse que isso é ruim? O eu elevado pode ser sinônimo de auto estima. Opa! Mas pode ser sinônimo de olhar para o próprio umbigo e nada mais! Logo, precisamos enteder que tudo que possui o homem é graça louvável, porém, a forma como se aproveitam as características pessoais é que influi na postura. É como minha mãe diz: isso é de raça meu fiho! Rs
Bom eu desenvolvi uma habilidade de percepção das coisas que auxilia no meu processo de identificação do meio e no processo de criação através dela, em suas várias manifestações.
Faço uma colagem das observações: cato aqui, cato ali, uma expressão, um movimento, um som, uma cor, uma fala, um gesto, tudo é material para germinar um processo que acaba num suporte bidimensional e que toma formas imagéticas que não dizem exatamente o que quero dizer, mas o que o outro quer ver. Vejo o meu processo de criação como uma possibilidade de questionar o mundo, as coisas, e a partir disso, com minhas afinidades lineares, pictóricas e filosóficas vou construindo retratos, e falando aquilo que pulsa nas minhas veias.
Decidi expor o meu pulsar!
Decidi me dilacerar e mostrar algo, que pra mim tem muito sentido, muito valor, muito afeto. Algo simples, algo pequeno, algo quase silencioso. Algo pouco majestoso aquém daquilo que muitos que me conhecem esperam de mim.
Mas é meu! Sou eu!
É minha alma que fala. Na verdade sussurra. Porque quanto mais baixo se fala, mais se presta atenção.
Então prestem bem atenção em tudo! No inusitado e no convencional. No já existente e no criado pensadamente.
Reflitam!
A arte é uma religião!
E onde ela se apresenta é templo!
Contemple e escute.
O que você escuta é a extensão da minha arte!
E pra isso não se esqueçam:
VISITEM O SÓTÃO!!!

31 de agosto de 2008

Três dias, três noites...

Dentro de casa!

Fiquei à mercê de mim mesmo nesse tempo todo.

Já vi muitos desejando estar sozinhos, sem nada pra fazer, apenas de pernas pro ar ao seu bel prazer...
Preciso aprender a gostar disso!!!

Foi bom, em partes, foi ruim, em inteiros.

Não vi amigos que queria ver, não fui a eventos que queria ir, não fiz atividades que queria fazer, mas tudo tem um lado bom... né?
Onde?? rs

Acho que isso é reflexo da minha gestação. Já dizia minha mãe que quando ela estava me gerando teve um período muito atribulado além de minha hora de nascer se alterar e eu ficar dentro da barriga dela após a bolsa estourar e eu nascer, de certa forma, asfixiado... De alguma forma isso é reflexo, afinal taí a psicologia, a biologia e todas as gias pra ajudar a explicar.

Bem, eu sou agitadinho!
Agitadasso!!!
Impaciente, impulsivo...
Todo mundo sabe!

Por isso a reclusão repentina.

Aproveitei uma limitação de saúde unida ao excesso de compromissos não desejáveis [pelo menos não todos de uma vez! Rs] e me mantive inerte em minha residência [em movimento apenas pelos cômodos] tentando manter-me lúcido nessa paradeira toda.

Bom, assisti O Jardineiro fiel, ouvi Pure Morning, comi gostoso o tempo todo, senti a chuva como há muito não sentia [saudade da minha janela e do meu Jardim, de infância], senti o breu como há muito não sentia [e lembrei que as velas ainda são úteis], senti a saudade como há muito não sentia [saudade de todos os ausentes, principalmente dos que me evitam], ri como há muito não ria [sessão comédia da Warner], falei de mim e das minhas coisas como há muito não falava [Deus sabe o quanto isso me custa]...

Três dias, e três noites... Fantasmas, muitos fantasmas!

Saudade da minha janela e do meu Jardim, de infância!...

Quando o barulho da chuva me instigava, quando a janela me revelava, quando o verde da grama me encantava, quando o canto do sabiá me embalava e a saudade dos meus pais me incomodava.

Eu sinto o cheiro!

O cheiro da manga ubá, o cheiro da cera vermelha, o cheiro do shampoo no cabelo, o cheiro da terra molhada, o cheiro das cortinas, o cheiro da goiaba branca, o cheiro do hibisco rosa, o cheiro da sopa...

Três dias, e três noites...

E uma vida te passa em imagem de alta definição no íntimo de sua memória.

Quero minha agitação de volta!

28 de agosto de 2008

Em tempos de olimpíadas...




Nada de apologias...

hipocrisias!

Salve Radiohead!!!

22 de agosto de 2008

Seu Sami


Agradeço imensamente ao seu Sami.

Ao seu Sami[pai] criador, que deu vida à criatura Hilal[filho-pai], que deu vida às criaturas da Seu Sami [filha].

Hilal... a parte indescritível de artista!

Capaz de criar a magnificência nas suas obras e a magnitude em sua trajetória. Tudo isso, aliado à simplicidade de ser [condição] humano e ser [indivíduo] humano.

Tanto obra quanto artista, só vendo de perto, conhecendo de perto, vivenciando de perto, experimentando de perto, dialogando de perto, envolvendo-se de perto... apenas assim, é possível compreender o que há de especial!

Adentrar a Seu Sami e experimentar o infinito, a clausura interior, o autoconhecimento, a mistura/divisão de sentimentos num mesmo espaço [dor, ausência, amor] é um desafio para nós que estamos acostumados a olhar pra fora, a ver mais o outro e menos nós mesmos, a pensar mais e sentir menos, a fazer das nossas "ausências", fantasmas, e não ornamentos.

Contemplar a Biblioteca onde somos convidados a conhecer novos livros, novas letras, novas histórias, novos desenhos, novas emoções é um convite a construir novas leituras e novas memórias.
De repente, um convite maior: o Atlas, como em filmes de contos de fadas, um livro de segredos, com grandes folhas, ali, na sua frente, porém não se pode tocá-lo, folheá-lo, apenas vislumbrá-lo e construir com a imaginação a história contada em cada uma daquelas páginas.

Não muito longe, parado, suspenso, flutuante, permanece o Globo com suas arestas e sulcos, suas entradas e saídas, suas linhas e entrelinhas, suas letras e desenhos, seus brilho e imponência, para ser admirado, quase idolatrado como obra dos deuses.

À parte, silenciosa, calma, repousante, fica a Sherazade respirando, com suas curvas suntuosas, permitindo-nos conhecer seus entremeios, dando passagem ao nosso olhar, à nossa curiosidade.
Para onde foram as letras?
Onde estão as histórias?
Talvez ela seja, entre todas as outras, a maior representante do legado do Hilal: o silêncio da obra fala o discurso do artista.
E o discurso do Hilal é a sua arte!
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Expediente:
Seu Sami - Hilal Sami Hilal
Galerias Alberto da Veiga Guignard, Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima
08 .08 a 14.09.2008
2ª, 18 às 21h
3ª a sábado, 09h30min às 21h
domingo, 16 às 21h.
Palácio das Artes - Av. Afonso Pena, 1.537 - Centro - Belo Horizonte/MG
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21 de agosto de 2008

Que venha o Viés!


Pra quem gosta de moda, não apenas do consumismo que a rodeia e muitas vezes a norteia, mas de estar envolvido no circuito, discutir com pessoas as mudanças, as tendências, as possibilidades, esta é um grande oportunidade.
Os realizadores deste evento trazem um espaço que une consultoria e vendas em moda, música, tudo para formar novas vertentes no mercado de moda em Belo Horizonte.
Como seguem todas as informações neste folder, estarão envolvidas várias pessoas, sendo muitas delas profissionais jovens com uma boa bagagem de experiência, de profissionalismo, de vontade e de frescor!
Com certeza será um clima onde se respirará novidade, criatividade e todas as "dades" positivas do nosso português.
Uma coisa é certa: gente bonita, bem vestida, inteligente, descolada e antenada estará por ali!
Quer ser um deles?! Compareça e delicie-se!
E seja bem vindo ao univeso da moda!!!

O homem do tempo




Adoro o tempo!
Não sei porque inventaram o ontem, o hoje e o amanhã. Sei que eles me fazem muito bem!
Pra quem gosta de mudanças como eu, quem se estressa com a mesmice e a monotonia, estes três espaços de tempo são grandes amigos, sempre.
Imagina se sempre fosse hoje? Não haveria planos, não haveria esperança, não haveria conquistas...
Se o relógio que me ajuda a desejar o próximo encontro, a soneca de noite, o fim de semana, as férias, a festinha do sábado, o almoço de daqui a pouco, como não gostar do tempo?
Como não gostar do tempo que me traz a melhora da gripe, que cura a caganeira, que passa a dor de cabeça?...
Eu ando feliz com o tempo! O tempo que enruga minha pele, que me revela fios brancos, que fraqueja os meus membros... Não!!! Sou jovem!!! Mas um jovem com vocação para a velhice! Afinal, não é depois dela que vem o paraíso, a reencarnação, o céu, a transcedência da alma, o ápice da vida?? Que venha o tempo!!!
Enquanto isso, eu tomo meu super sorvete, como meu mega sanduba, faço meu pilates, minha terapia, conheço novas pessoas, faço novos amigos, sorrio, brinco, pulo, danço (e como danço!), trabalho (adoro!), lapido minhas qualidades, reciclo meus defeitos, luto por um mundo melhor, por pessoas melhores, por tempos melhores...
Ah, o tempo... Meu irmão de todas as horas, meu companheiro fiel que me traz a boa nova todos os dias e me faz ser e crescer.
Com ele ao meu lado posso ser o menino de antes, o moço de agora e o senhor de depois, e vice-e-versa, e versa-e-vice, frente-pra-trás e trás-pra-frente...
Eu sou o HOMEM DO TEMPO!
Tarárátátátáááá!!!

28 de julho de 2008




8 de julho de 2008


Qualé rapá?!
Vai encarar??

3 de julho de 2008


Já não quero mais
ser o amigo de todas as horas,
a alegria da garotada.

Quero ser um cão com dono:
que me bote no colo,
que me faça cafuné,
que me deixe com saudade,
que dance comigo uma música,
que comigo tire fotos,
que me carregue nas costas,
e me leve pra onde for.

Esse dia há de chegar!
voltando pra casa
outra vez!

2 de julho de 2008

Lembra:
quando um sorvete era a coisa que mais te fazia feliz??
Não deixe o sorvete virar
lembrança!

1 de julho de 2008


Desenhe-se!
Suas tatoos podem contar sua
história quando estiver com alzheimer!

esquadros


Eu ando pelo mundo
Prestando atenção em cores
Que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo
Cores!
Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção
No que meu irmão ouve
E como uma segunda pele
Um calo, uma casca
Uma cápsula protetora
Ai, Eu quero chegar antes
Prá sinalizar
O estar de cada coisa
Filtrar seus graus...
Eu ando pelo mundo
Divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome
Nos meninos que têm fome...
Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela?
Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...
Eu ando pelo mundo
E os automóveis correm
Para quê?
As crianças correm
Para onde?
Transito entre dois lados
De um lado
Eu gosto de opostos
Exponho o meu modo
Me mostro
Eu canto para quem?
Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela?
Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...
Eu ando pelo mundo
E meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado...
Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela?
Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...
Eu ando pelo mundo
E meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço
Meu amor cadê você?
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado...
Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela
Quem é ela?
Quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle...
By Adriana Calcanhoto

28 de junho de 2008

s/t


Eu que me achego devagar,
e sem mesmo perceber passo a fazer parte,
de repente não sabendo porque,
vou e posso não voltar,
não interessa meu formalizar,
meu sentir é importante,
e enquanto você sonha,
eu escrevo pra você sonhar,
não sei o que é melhor,
mas eu tenho o que me cabe,
e a gente se completa,
por mais que pense que não precisa,
eu te faço mais sentido,
menos parte,
mais todo.

Isso não é um romance: sou eu e todo mundo.

22 de maio de 2008

Me potrege! rs

Booooooooh

De repende tu sente um medo!...

Quando somos acostumados a ter o controle das coisas, ou a se contentar apenas com o que está sob o controle, tudo parece mais fácil.

Mas quando o convencional foge e aparece o despropósito da anormalidade e você fica excitado com aquilo e sua cabeça só pensa em beber desse néctar que é a NOVIDADE da vida... Nuh!
Minha vida escorre entre meus dedos agora.

Como que alguém pode ter esse poder de chegar na vida da gente instantaneamente e tirar todo nosso chão e levar consigo e nos fazer dançar sob o nada conforme a música que ele – o alguém – toca?!

Eu to ficando maluco, eu acho.

Primeiro, porque eu to gostando demais desse frio na barriga de segundo a segundo, e dessa espera por um movimento sequer pra que de repente brote um sorriso na minha boca. Segundo, porque... Ah!... O sujeito da frase em questão é um sujeito nada oculto! Hahahaha
O melhor de tudo, pra completar, é que eu tenho opção de escolha, mas essa variação de sentimentos, que não é algo bipolar mas sim a adrenalina que a ocasião proporciona, me é rejuvenescedor. Por mais que eu tenha opções, não tenho como escolher: já escolheram por mim.
Quem?! Não sei!!! Mas escolheram.

Agora? Agora é esperar... esperar muito. Não só esperar de tempo em espera, mas de esperança mesmo. De otimismo, de acreditar que tudo é possível, e que eu sou capaz.

Capaz de trazer pra perto de mim, pra dentro de mim, aquele ou aquilo que faz meu coração ritmar desconcertantemente, mas melodiosamente.

Boooooooooooh

Olá, Seu Medo!
11 de Maio de 2008

Pausa pra mim mesmo



Pára tudo!


Dois litros de água – no mínimo –, muita salada (verde, vermelha, amarela, laranja), caminhada, corrida, pilates, terapia, livro, DVD, teatro, cinema, show, comida japonesa, dormir cedo, acordar cedo, fazer teatro, desenhar, pintar.


Alguém me acompanha?
28 de Abril de 2008